sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Podcast Lopes com a decoradora Eliane Sampaio

[Por Lucas Bessel - Editor do blog]

Olá, caro leitor!

Hoje o Podcast Lopes tem como convidada a decoradora e blogueira Eliane Sampaio.

Em um clima descontraído, Eliane fala sobre sua carreira, sua forma de pensar o design de interiores e sobre a influência das artes e da experiência de vida em seu trabalho.

Você pode ouvir o podcast usando o player abaixo ou fazendo o download do episódio diretamente em seu computador.




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Um abraço!

quinta-feira, 28 de agosto de 2008

O ambiente de trabalho e o projeto arquitetônico



[Por Fernanda Marques]


Olá a todos!

Vocês sabiam que o meu escritório está aparecendo na televisão? É sim! Na propaganda do Ford Fusion, exibida nos canais abertos, o ambiente envidraçado do início do vídeo é o Fernanda Marques Arquitetos Associados, o escritório que, fisicamente, eu projetei e onde trabalho com minha equipe. Veja só.



Muita gente que vem até aqui se impressiona com o fato de o escritório ser totalmente envidraçado, com separações transparentes para os diferentes ambientes de trabalho, mas com unidade visual entre todos eles. Por isso, resolvi tocar hoje nesse assunto. Vamos lá?

Na criação e execução do projeto de interiores do escritório, procurei trazer o máximo de luz natural possível para o ambiente de trabalho, tirando partido dos grandes caixilhos existentes nas áreas limítrofes ao terraço.

Dessa forma, utilizei divisórias internas em vidro, para manter essa permeabilidade de luz e ao mesmo tempo garantir a integração visual de todos os ambientes. Sem contar a valorização da vista da cobertura na chegada à recepção, que encanta muito aos que entram pela primeira vez em nosso escritório.

Ganhamos, desse modo, um espaço clean, com uma linguagem contemporânea, alinhado às propostas de integração dos espaços. É, ainda, um ambiente totalmente voltado para a produtividade, no qual todos se vêem durante todo o tempo. Há, por isso, enorme facilidade de comunicação, o que agiliza todo o fluxo de demandas.

Fotos: Egberto Nogueira/imafotogaleria

O mobiliário em preto e branco foi uma escolha, outra vez, absolutamente integrada ao conceito. O branco, como se sabe, ajuda na propagação da luz, enquanto o preto realça, por oposição, essa característica. Assim, e inclusive por questão de funcionalidade, optei pelo carpetão preto, com tramas fortes, na hora de resolver o piso.

As mesas de trabalho, brancas. Neste sentido, inovamos na concepção das estações de trabalho, escolhendo a proposta de mesões em lugar das mais tradicionais estações do tipo "quatro a quatro". Desse modo, cada mesão une uma determinada equipe de trabalho, com seu líder postado na cabeceira. Isso, é claro, facilita o trabalho de coordenação e o controle dos processos produtivos.

Fotos: Egberto Nogueira/imafotogaleria

Ao adotarmos essa posição radicalmente a favor da entrada de luz natural no ambiente de trabalho, ganhamos de todas as formas, inclusive em economia de processos. Aqui, as luzes precisam ser ligadas apenas nos finais de tarde ou nos dias muito escuros. Em todas as outras horas, o sol se encarrega de nos trazer luz.

Com a integração de escritório e varanda, igualmente economizamos na utilização de ventilação artificial (ar-condicionado), resolvendo essa questão apenas com um abrir de portas e janelas. Contribui para essa possibilidade, sem dúvida, o fato de termos os caixilhos da fachada em volta da cobertura mais altos que o convencional (outra vez, com o máximo de utilização de vidros). Esse fechamento tornou-se um anteparo à ventania que ocorre na altura em que estamos, no topo de um edifício de 15 andares. Ou seja, abre-se as portas sem que se enfrente golfadas de vento. Não temos esse problema.

Quanto à questão acústica, sempre difícil de resolver quando se está numa cobertura, em razão da proximidade com casas de máquinas e equipamentos como a central de ar-condicionado, fizemos uma obra importante. Levantamos a testeira que envolve tanto a casa de máquinas, bem acima do nosso teto, como a central de ar-condicionado. Isso derrubou boa parte dos ruídos dali provenientes. A instalação do forro acústico ajudou a resolver a outra metade desse problema.

Neste projeto, o que mais me atrai é a luminosidade e a integração dos espaços. Quem chega vê o conjunto do escritório. Quem está aqui vê quem chega. Não há surpresas, mas, efetivamente, apenas transparências, o que contribui para termos um ambiente calmo e elegante todo o tempo.
Um beijo a todos!

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Um pouco mais do quarto infantil



[Por Luis Navarro]


Olá, pessoal!

Depois do post da semana passada, recebi muitos e-mails falando sobre o quarto da pequena Sofia.

Muitas pessoas me perguntaram sobre o restante do cômodo. Por isso, coloco aqui mais duas fotos para vocês terem noção de todo o projeto.



O quarto está bem resolvido, pois atendeu a todas as necessidades da cliente.

O móvel da cama tem a grade, que no futuro pode ser removida, além de mais nichos para colocar brinquedos e um armário para guardar roupa de cama. A porta segue o desenho do móvel e é composta de um espelho.

Quando a pequena Sofia receber alguma amiguinha, também pode acomodá-la na bicama.

A escrivaninha, que hoje está repleta de bichinhos, já está preparada para, no futuro, acomodar livros e computador.

Espero que vocês gostem. Muito Obrigado!

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Projeto mirim: o quarto da criança



[Por Luis Navarro]


Olá, pessoal!

Vejam só: assim era o quarto da pequena Sofia.




E hoje, assim É o quarto da pequena Sofia.



Como de praxe, fiz uma reunião com a menina de 3 anos e sua mãe.

Foi encantador ver o brilho nos olhos da criança, que logo me perguntou: "Amanhã vai estar pronto meu quarto?".

Tive que explicar que existe um processo de desenho e de execução das peças. Não adiantou muito ;-)

Elaborei todo o desenho e ela escolheu a cor do quarto.

Hoje em dia as crianças crescem muito rápido, então optei por fazer um cômodo não muito infantilizado. Mas também tive que criar uma peça mais lúdica, que é a cama - quase uma escultura de design arrojado.

Com o resto foi fácil de brincar: seda nas paredes e almofadas coloridas.

Espero que vocês gostem!

Abraços!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Uma história interessante: os desenhos na lareira



[Por Eliane Sampaio]


Creio que todos temos histórias interessantes que acontecem no decorrer do nosso trabalho. Tenho várias delas, e a que conto para vocês hoje me ajudou muito e agradou demais ao cliente.

Fui contratada por um casal para fazer uma “pequena reforma e decoração” em uma enorme casa de campo. O trabalho envolvia todas as dependências do imóvel e, detalhe, no prazo de três meses entre projeto e entrega.

Quando digo entrega, é entrega mesmo, com tudo, até mesmo roupas de cama colocadas e uma grande festa temática para acontecer no dia seguinte. Não preciso nem dizer que a festa também era por minha conta – podem acreditar!

Na minha primeira visita ao imóvel, a casa estava toda mobiliada e, claro, fui chamada para personalizá-la e adequá-la aos novos proprietários. Como sempre acontece, só de passar o olho já vislumbrei pequenas alterações, que na realidade me saltam aos olhos.

Assim, ao passar o briefing para meus auxiliares, tudo estava fácil. Nós cuidaríamos muito mais do projeto da reforma propriamente dita, com vistas à redistribuição de espaços. Na minha cabeça, a decoração consistiria apenas em alterações de layout de mobiliários, troca de revestimentos de estofados, complementos, uma troca aqui e outra ali etc. etc. Nada de projetar móveis e sofás, tampouco pesquisar novos mobiliários complementares e tapetes.

Na minha segunda visita, duas semanas após a primeira (tínhamos que esperar a liberação das chaves), e já acompanhada de pessoas da minha equipe, eis que nos deparamos com uma casa que estava - como posso dizer para melhor entenderem? - quase semi-mobiliada. Dá para entender o choque e minha cara de “Ó”? De tudo que tinha visto, restava muito pouco, ou quase nada.

Pois bem. O que aconteceu foi que, na negociação final, meu cliente preferiu não comprar os mobiliários. Em nossa primeira visita ele achou - com razão - que nem todo mobiliário me agradava, mas que já que estava ali, eu usaria o que pudesse para atendê-lo. Só esqueceu de me avisar a tempo para eu não sofrer um infarto.

Por um lado, adorei. A tarefa de personalizar o imóvel ficava muito mais fácil. Considerei essa atitude do cliente uma demonstração de confiança em meu trabalho. Por outro lado, eu tinha contra mim o dito prazo. Teríamos que ser muito mais rápidos agora.

Passeando pela casa enquanto eram feitos os levantamentos necessários, fui até o salão de jogos, que estava uma bagunça.

Que foi? Estranharam a confissão de que estava passeando? Eu me explico.

Passear pelo imóvel é um exercício que faço. Não, é mais do que isso. Na verdade, eu necessito disso, pois é nesse momento que consigo sentir de fato a casa, abstrair, viajar mesmo, como se ali vivesse, para captar tudo e transmitir essa viagem ao projeto. Como podem ver, não é mera distração. Convencidos?

Então, voltando ao salão que estava uma bagunça, vi que dentro da lareira tinha uns livros jogados e entre eles aquelas jurássicas listas telefônicas de vários anos. Pareceu-me que a lareira estava preparada para ser acesa e que todo aquele material seria sua alimentação.

Peguei os livros e comecei ver do que tratavam. Tinha muitos de hotéis, sabem aqueles que as pessoas costumam trazer de souvenir? E entre eles encontrei um livro muito lindo, um tributo a Lasar Segall que, além de sua biografia, continha muitas figuras de desenhos feitos por ele. E interessante: todos eram figurativos que retratavam personalidades da época, como Mário de Andrade e Tarsila do Amaral.

Imediatamente lembrei de uma enorme parede vazia ao lado da lareira da sala de TV. Por ali passando – ou passeando, se preferirem – imaginei uma pequena galeria.

Pensei: "É isto". Uma pesquisa a menos e uma pequena economia de tempo para a equipe.

Nem questionei o fato de as figuras não terem absolutamente nenhum valor comercial, pois eram muito bacanas. Lógico, estamos falando de Lasar Segall. Também não pensei em consultar meu cliente, saber se gostaria de colocar ali algo mais valioso, pois o fato de encontrar o livro dentro da lareira era uma história interessante, algo para ficar como registro da história da casa. Vejam o efeito.



Ao entregar a casa ao meu cliente, que elogiou a montagem assim que viu, contei a ele a história. Foi muito divertido. Concluímos que poupei tempo e dinheiro. Sei também que ele gosta muito de contar essa história aos amigos que hospeda.

Agora estamos, minha equipe e eu, novamente envolvidos com essa casa. Faremos outra reforma e redecoração. Mas já combinamos que a pequena coleção do Segall permanece. A gente gosta muito dessa história!

Até mais!

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Um ambiente, dois conceitos



[Por Eliane Sampaio]


Filosoficamente, conceito é o instrumento mental que nos ajuda a pensar as diversas realidades.

Conceito é unidade de pensamento, de comunicação e de conhecimento.

Em tudo que penso, encontro o conceito como peça fundamental: de temas importantes e essenciais, como a ética e a responsabilidade dos pais, até assuntos como moda e decoração.

Como a mim cabe aqui falar de decoração, deixo os outros temas para serem debatidos por quem tem autoridade e conhecimento para tanto. Mas não posso deixar de dizer que meus conceitos com relação aos temas importantes e essenciais ao homem são bastante inflexíveis.

Deixando a filosofia de lado e chegando o assunto decoração, minha intenção neste texto – depois que dei a volta ao mundo – é demonstrar como um mesmo ambiente arquitetônico pode passar duas mensagens completamente diferentes quando se muda o conceito.

Em 2006, fiz na Casa Cor o Lounge da Saída, que é o último ambiente do circuito na Mostra, local onde os visitantes pagam o Vallet Park e aguardam seus carros. Desculpem minha falta de modéstia, mas até então, esse ambiente não era grandioso, pois lhe faltava o essencial: CONCEITO.

Como aquela era a primeira Casa Cor a ser realizada no Jockey, cujo prédio art déco eu adoro, concebi o espaço me inspirando no glamour que emana da relação Jockey Club x Cidade de São Paulo.

Nascia aí o conceito.

Assim, nada mais natural do que o espaço remeter a um lobby de hotel, com uma parceria para um grande lançamento imobiliário.

Nada mais São Paulo, não acham?



Ao final da Casa Cor, fui convidada a participar com o mesmo espaço na Mostra Gula&Design-Boa Mesa Gourmet (pequeno o nome não?).

O evento propunha uma deliciosa disputa: qual a melhor cozinha do mundo, a espanhola ou a francesa?

Aceitei o convite, porém achei de extrema necessidade adequar o espaço à nova proposta. Claro, pois o CONCEITO era outro!

Uma pintura branca nas paredes; dois painéis fotográficos - Praça de Espanha, em Madri, e Torre Eiffel, em Paris – vistos a partir de uma janela; três relógios indicando os horários de Madri, São Paulo e Paris; e finalizando com a troca dos mobiliários (nem todos).

Um ambiente, dois conceitos. Vejam:



Viram como é gostosa essa brincadeira? Se o conceito muda, temos que mudar a linguagem e, conseqüentemente, mudamos a mensagem.

Para que tudo isso serve a você?

Além de acompanhar minha viagem a temas filosóficos, você irá perceber que a sua casa deve refletir o seu conceito de vida, assim como seu escritório, o conceito da sua empresa, e por aí vai. Captaram a mensagem?

Até mais!

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Varanda: pouco espaço, muita criatividade



[Por Luis Navarro]


Olá, pessoal. Tudo bem?

Mesmo com pouco espaço, dá para criar um ambiente agradável.

Por exemplo: nesta varanda de um apartamento no Alto de Pinheiros – SP, utilizei a luz âmbar para criar uma atmosfera diferenciada.



Com uma porta balinesa, fiz um encosto de banco chinês e finalizei com futon e almofadas de seda.

Os três castiçais antigos completam a brincadeira.

Uma planta também é essencial para dar vida ao espaço.

Espero que gostem.

Abraços e até a próxima semana!

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Valorização da cobertura: antes e depois



[Por Luis Navarro]


Olá, pessoal! Tudo bem?

Vamos admitir: são poucas as pessoas que têm a percepção para fazer um bom negócio.

A contratação dos serviços de um arquiteto, por exemplo, pode fazer você economizar dinheiro e obter um resultado final maravilhoso.

Quanto custa uma cobertura nova? Quanto custa uma cobertura em um apartamento de 5 a 10 anos?

Neste meu trabalho, a cobertura era usada basicamente para guardar objetos e mais parecia uma casa sobre um apartamento. Sem estilo e sem graça.

Com novo uso e design contemporâneo, ela ficou extremamente valorizada e trouxe um poder de venda que o proprietário nem imaginava.



Um ótimo investimento, portanto.

Abraços e até a próxima semana.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

A alta costura dos estofados



[Por Eliane Sampaio]


Em um post anterior, dedicado a um fornecedor de marcenaria, disse que dois motivos me levaram a escrever sobre aquela empresa. Se você não leu, transcrevo aqui:

1 - Sou uma entusiasta dos profissionais competentes, cumpridores de prazo, que cobram preço justo e colocam empenho e amor no que fazem. Esta é a forma que encontrei para homenageá-los.

2 - Prezo meus leitores. Dentro da proposta de dar dicas de decoração, indicar um bom profissional é dividir nosso tesouro, nossa agenda de fornecedores.

Hoje escolhi falar sobre uma outra empresa, de outro ramo, não só por estes dois motivos, mas também por um terceiro: a excelência.

Ela está sediada em São Paulo, e contém "indústria" em seu nome, mas - creio eu - apenas para cumprir a formalidade da razão social: Indústria Paschoal Ambrósio Decorações Ltda. Por que falo isso?

Porque essa “indústria” é, para mim, um centro artesanal de estofados. Cada peça é individual, sob medida, personalizada mesmo.

Nada de Prêt-à-porter: é pura alta costura.

Suas peças são ergonômicas, ou seja, fabricadas de acordo com o biotipo do cliente.

A excelência a que me refiro não se limita à qualidade da estrutura, dos materiais e do acabamento impecável. Ela se estende ao atendimento oferecido.

A empresa nasceu há 61 anos pelas mãos do napolitano Paschoal Ambrósio (meu avô também era de Napoli. Ah!, esses imigrantes italianos...). Acho que o Paschoal era um artista e um perfeccionista, a julgar pelo seu filho, Fiore, que administra a empresa há bastante tempo.

O Fiore é uma pessoa que encanta a todos. Algo raro hoje, ele é naturalmente um gentleman. É daquelas pessoas com quem você poderia passar o dia batendo papo.

Entrar em sua empresa é como chegar numa pequena vila italiana, não só pela forma, mas também pelo conteúdo: muito calor humano.

Conhecer sua oficina nos faz concluir o porquê de tanta qualidade. Dá para sentar no chão sem se sujar (nenhum exagero nisso, juro!).

Meus clientes e eu sempre nos surpreendemos com o atendimento. É certeza que, após uma entrega, receberemos um telefonema do próprio Fiore para saber se gostamos do trabalho – como se fosse possível não gostar -, lembrando dos 10 anos de garantia, oferecendo fácil contato para qualquer imprevisto etc.

E uma curiosidade! Certa vez, fizemos com essa empresa estofados para a casa de um cliente fora da cidade de São Paulo. Meses depois, ladrões entraram e utilizaram as almofadas e encostos de sofás para proteger os aparelhos que estavam subtraindo. Encomendamos à Paschoal Ambrósio novas peças e eles nos informaram a metragem necessária de tecido para que pudessem refazer o serviço. Após a entrega, entrei em contato (o Fiore faz questão de cuidar ele mesmo do contato com os clientes, e eu retribuo essa gentileza e atenção com o maior prazer) para que meu cliente pudesse efetuar o pagamento. Ouvi do Fiore a seguinte frase: “Nada me é devido! Seu cliente já teve o dissabor de passar por esse episódio. Faço questão de substituir as peças com os votos de que ele e sua família desfrutem deste trabalho com muita saúde, paz e alegria”.

Fiquei tão impressionada que guardo comigo essa frase como exemplo de profissionalismo e consideração.

Isso é ou não EXCELÊNCIA na acepção da palavra?

Como sempre digo aqui, temos como norma em meu escritório sempre oferecer três orçamentos ao cliente, e essa escolha é uma responsabilidade dele. Mas existem peças, como a cama da foto abaixo, que só confio a essa empresa. Ela faz ou ninguém faz.



Hoje estamos vendo a entrada da terceira geração na empresa: Camila e Luiz Fernando, filhos do Fiore.

Nem preciso dizer que absorveram perfeitamente a filosofia de trabalho do avô e do pai. E digo mais: seja comprando uma única poltrona, seja comprando 10 sofás, você será tratado de forma muito diferenciada.

Quem quiser conhecer um pouco da empresa pode entrar no site aqui.

Caso tenham alguma dificuldade em acessar as fotos de estofados, é só entrar em contato conosco que enviaremos imagens de trabalhos executados para clientes do nosso escritório.

Também convido aos clientes e a todos os profissionais da área de decoração a fazer aqui seus comentários e a participar desta homenagem.

Tenho certeza da unanimidade de opiniões. É esperar e constatar.

Até mais!